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15 de set de 2012

MEDIUNIDADE NO COTIDIANO


Todos somos médiuns?
Como devemos agir?
Ela só é exercida na Casa Espírita?


“Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. (...) Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. “
(Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, capítulo XIV).

Como lemos acima nas palavras de Allan Kardec, todo ser humano é médium, independente de sua crença, fé em Deus ou opção religiosa, por que é uma faculdade orgânica. Existem graduações na faculdade, por isso vemos médiuns com a mediunidade mais ostensiva e outros não, de acordo com a tarefa de cada um e a necessidade para sua evolução. O que é certo é que todos sentem, em graus diferentes a influência dos Espíritos. Todos recebem inspirações dos Espíritos.
Boas ou más?
Esta resposta vai depender da afinidade de cada um, o que vai gerar a sintonia, a ligação espiritual com Espíritos que desejam o bem ou o mal. A escolha é do médium, ele se liga aos Espíritos por seus pensamentos e atitudes. Nenhum Espírito pode levar nenhum médium à alguma ação, se este não permitir. Funciona como uma antena, como um rádio. Se nos sintonizamos na rádio A, não ouvimos a rádio B ao mesmo tempo. Nós ligamos o rádio para ouvir a música, da mesma forma, o médium abre espaço para os Espíritos bons ou maus influenciá-lo. Assim, não podemos usar de comodidade e atribuir nossos problemas aos Espíritos, eles são nossos e podemos receber ajuda ou tê-los agravado, de acordo como nossa sintonia, que depende de nosso proceder cristão ou não.
O médium é dono de suas escolhas  e como vai conduzir sua mediunidade.
Ao receberem estas inspirações dos Espíritos, muitos são médiuns sem o saberem ou perceberem, no cotidiano. Recebem idéias espontâneas,  muitas vezes estranhas aos pensamentos do momento. São ideias sobre situações e pessoas  as quais o médium nem estava pensando ou se preocupando, o que indica que a ideia não provém dele, mas de outro ser, no caso, um Espírito. Isto ocorre em qualquer tempo e em qualquer lugar, não apenas na Casa Espírita e o médium recebe esta ideia como uma mensagem para ajudar ou prejudicar alguém, dependendo de sua sintonia. E também em relação a ele mesmo, da mesma forma, para ajudá-lo ou prejudicá-lo dependendo de sua sintonia.
Tomemos como exemplo uma situação muito comum em que, “ de repente” começamos a pensar em uma pessoa que não vimos há muito tempo e aquele pensamento persiste até que entramos em contato com ela. Neste contato ela nos diz que estava com problemas muito sérios e que nosso contato fora muito “Providencial”, pois estava necessitando muito de nosso auxílio, carinho, palavras, etc.
Até suicídios já foram evitados por este meio...
Quantos de nós já não tivemos uma situação semelhante e nem demos importância ao fato?
Fomos, nesta ocasião, medianeiros, intermediários dos Espíritos para o bem, a caridade, exercendo a Mediunidade com Jesus.
Estejamos todos, desta forma, mais atentos, orientação em especial aqueles que só desejam ser médiuns ostensivos, e que deixam de valorizar as ricas oportunidades que o Plano Espiritual nos oferece no nosso cotidiano, para que possamos usar nossa mediunidade e sermos instrumentos de Jesus no bem ao próximo.

Muita luzzzzzzzz


Luciane Ruis




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